Luciana é pioneira e única no uso do elemento fogo na dança oriental

"O fogo entrou para minha dança não por ser fascinante e belo, não simplesmente por representar a mágica ritualísca de nossas ancestrais...

Havia um movimento interno, um sentimento que precisava expressar-se e explodir, algo contido e desconhecido: energia, paixão, agressividade, força... Esse sentimento era idêntico ao som do derbak mais tribal, misturava-se às primitivas origens rítmicas africanas e dizia respeito à uma mulher selvagem e perdida, que em algum lugar precisava sobreviver...

O fogo invadiu minha dança!"

Veja a galeria de fotos "O Fogo"

   
 
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